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quarta-feira, 16 de março de 2011

Coisitas

Ai, não creio que ainda não terminei de ler o livro O Perfume ><"...o livro é bom, só que o autor fala tanto em cheiro disso, cheiro daquilo, que as vezes enjoa xP. Tô começando outro já A Cabana - William P. Young, já esse daí é bem popzinho (ou seja, best seller), ainda estou no começo, então sem muitos comentários...

Hum, coisitas legais e cutes (na moda) pra se ter:


Cinto verde-limão

Meia-calça de poá

Sapatilha nude


Saia florida

Carteira de palha


Blusa coral
P.S.: Mas, é claro que todas essas coisas não devem (nunca) serem usados juntos!

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O vento manda notícias
Do tempo de outrora
Que acabou de passar
Pois ele é ligeiro
Chega até a ser mais do que o amigo vento
Pois não para, não para, não para...

Mayra Lima
16/03/11

segunda-feira, 26 de julho de 2010

[País dos Espelhos]

São tantos e tantos porquês e perguntas, que as vezes até esqueço o que eu queria saber no princípio...
Porém, às vezes perder-se é necessário. Porque geralmente durante a procura você percebe o que realmente importa (e eu sempre bato nesta tecla): família, amigos, simplicidade, espontaneidade, brisa e paz (não necessariamente nesse ordem).

Não tenho tudo o que quero no momento (e quem tem?...mas, acho que no fundo essa é uma das graças de se viver...ter tudo o que se quer faria com que não procurassemos algo melhor, quem sabe isso não nos farias extáticos e consequentemente chatos), em contraposição há uma constante mudança de meus "quereres".
Como diria, a Lagarta à Alice (in Wonderland): quem és tu?...

E eu respondo, meio que insegura:
Bem, talvez eu não lhe saberia dizer exatamente quem sou. Ou antes, eu não gostaria de dizer-te abertamente. Talvez quem sabe por metáforas? Enfim, Sr. Lagarta, sou tantas em uma que geralmente me pego olhando-me no espelho e vendo uma desconhecida a também olhar para mim. Há muitas coisas em comum, entre mim e ela, mas não sei, há algo que me é desconhecido, e quando me apercebo estou tocando em meus olhos, bem como em todo o restante da minha face, e para a minha surpresa ela imita o gesto na mesma velocidade que minhas mãos...
Ficamos assim durante algum tempo, tentando reconhecer-mos uma à outra.
Será que eu mudei tanto desde hoje de manhã, como a minha amiga Alice disse ao Sr. certa vez quando esteve por aqui?
Talvez...mas, talvez eu apenas seja aquela mesma de antes, que pensa que a mudança liberta, suaviza, revigora, e que por isso mesmo diz que muda constantemente, mesmo isso não sendo a total verdade, já que alguma centelha de essência continua mesmo durante as mais drásticas mudanças.

Não, Sr. Lagarta, isso não é um devaneio, ou um sonho qualquer.
Aquela menina que avisto no espelho, quando eu me desconheço, várias vezes me disse:

- És mais do que estes olhos que te veem, ou esta boca que vos fala. És mais, bem mais do que este amontoado de carne, veias, sangue, músculos, orgãos...és mais, bem mais do que pensas que pensarias que és. Na verdade aí vai mais um segredo: todos são mais do que pensam do que pensariam que são. Mas, essa idéia é por demasiado inconcebível para a maioria das pessoas.

Agora penso...não terá sido esse monólogo comigo mesma um sonho?
Mas, na realidade não seria tudo um sonho dentro de outro sonho?

Diálogos e monólogos "nonsenses" a parte, eu sei de pouquíssimas certezas nesta vida (grifo bem o nesta vida por ser esta apenas uma de tantas e várias que tive e que ainda terei), se é que eu realmente sei de alguma coisa ^^"

Contudo, tudo o que eu sei, ou o que eu acho que sei do que eu saberia, está contido aqui nas entrelinhas desses textos.

Livro recomendado: Alice no País dos Espelhos.
Filme recomendado: A menina no País das Maravilhas.

P.S.: Monólogos no País dos Espelhos não terminam por aqui ;D

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A menina que roubava livros



Essa semana acabei de ler o best seller de Markus Zusack. Adorei o livro ^.^. Quando a minha tia me emprestou, disse que era a minha cara >.<. Acho que deve ser porque eu adoro ler, e quem conta a história é a morte (meio macabro, não?).
Essa história se passa na época da Segunda Guerra Mundial, contando sobre a vida de uma menina chamada Liesel Meminger que ao longo de sua estada em Munique presenciou atos de amizade, marchas desumanas, a descoberta das palavras e o quanto elas mudaram sua vida.
Fez-me refletir sobre como se pode destruir um mundo sem usar uma única arma, a não ser: as palavras. O dom da oratória é um dom divino que pode unir ou destruir, depende de qual escolha você faça. E o mundo literário abre o caminho para que você conheça o reino das palavras e o quanto elas modificam um ser humano.
Palavras matam. Palavras salvam. Palavras machucam. Palavras perdoam...

Palavras não voltam atrás.

Sem dúvida esse livro é uma história tocante, mas principalmente humana, em que os sentimentos dos personagens são explicitados como feridas abertas.
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