O acaso existe? Acredito que não, pois acreditar no acaso é não acreditar no próprio Deus.
Há coisas que acontecem nas nossas vidas, pessoas que conhecemos, momentos que vivemos, que acabam fazendo parte de quem nós somos. O que eu vivi, vi, senti, fez a pessoa que sou hoje. Claro, cheia de defeitos (algumas dezenas deles), mas nem por isso menos significativos, menos importantes. Ser quem se é, aceitar as pessoas como são, sem dúvida são grandes desafios na vida, mas só me fazem ter cada vez mais vontade de modificar a realidade de hoje.
Perdas são necessárias para o crescimento, tenho isso muito presente na minha vida desde os 13 anos...
mas, quem quer sofrer? Seria ótimo nós aprendermos a lição sem precisarmos passar por tanta coisa, tanta frustração...mas, acredito que se asim o fosse, o gosto da vitória seria insosso.
Então é isso vamos vivendo, errando, acertando, caminhando, amando...
porque Deus sempre estará lá nos ajudando a não cair tanto por aí.
E quem sabe Ele não nos dá uma nova oportunidade? Quem sabe?
Ah, e o acaso?...deixa ele lá, no lugar aonde a "sorte" e o "medo de passar embaixo da escada" se encontram (no mundo das superstições).
P.S.: Aishiteru.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Singulares
Chega a ser até engraçado quando você vê o quanto pessoas diferentes podem se dar tão bem ao longo do tempo. E que mesmo que no começo até se pareçam um pouco, as singularidades vão surgindo e esse castelo de pura perfeição vai se destruindo, porque simplesmente as pessoas não são como queremos que elas sejam, como nós somos. Elas têem seus próprios sentimentos, medos e devaneios.
Também não podemos esperar que simplesmente as pessoas nos salvem ou que as pessoas que nós amamos, uma hora ou outra não nos magoem, porque também magoamos as pessoas que amamos, isso é natural, isso é do ser humano.
Sabe, passei um bom tempo querendo que as pessoas fossem perfeitamente do jeito que eu havia pensado que elas fossem, desde o começo, mas para a minha surpresa as pessoas também surpreendem...pois é!
Porém, temos que encarar tudo isso como mais uma das inúmeras lições da vida...ah, a vida. Às vezes não dá aquela vontade de dizer: - mãe, eu quero descer...e largar algumas coisas de mão? Rs, outras vezes você quer tanto aproveitar aquele momento, quer que as horas demorem à passar, quer na verdade que o tempo estacione ali, naquele instante.
Enfim, só sei que é ótimo não achar mais que se tem o controle sobre tudo (inclusive sobre as pessoas). Fazer planos, pensar inúmeras vezes antes de agir e acabar não agindo? Não mais.
É engraçado, eu geralmente não gosto das pessoas de cara, eu acho que meu amor nunca foi à primeira vista...acho que é à quarta, quinta vista, talvez.
Como as pessoas podem ser, entre si, tão iguais e tão diferentes nas suas essências!? Como!?
Também não podemos esperar que simplesmente as pessoas nos salvem ou que as pessoas que nós amamos, uma hora ou outra não nos magoem, porque também magoamos as pessoas que amamos, isso é natural, isso é do ser humano.
Sabe, passei um bom tempo querendo que as pessoas fossem perfeitamente do jeito que eu havia pensado que elas fossem, desde o começo, mas para a minha surpresa as pessoas também surpreendem...pois é!
Porém, temos que encarar tudo isso como mais uma das inúmeras lições da vida...ah, a vida. Às vezes não dá aquela vontade de dizer: - mãe, eu quero descer...e largar algumas coisas de mão? Rs, outras vezes você quer tanto aproveitar aquele momento, quer que as horas demorem à passar, quer na verdade que o tempo estacione ali, naquele instante.
Enfim, só sei que é ótimo não achar mais que se tem o controle sobre tudo (inclusive sobre as pessoas). Fazer planos, pensar inúmeras vezes antes de agir e acabar não agindo? Não mais.
É engraçado, eu geralmente não gosto das pessoas de cara, eu acho que meu amor nunca foi à primeira vista...acho que é à quarta, quinta vista, talvez.
Como as pessoas podem ser, entre si, tão iguais e tão diferentes nas suas essências!? Como!?
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Outono...
Folhas caem, gotas caem.
Nada continua o mesmo.
A transformação é lei.
Enquanto alguns morrem,
outros vegetam, ainda vivos.
Olhos amargos, bocas secas,
espreitam a próxima vítima.
Sua existência não é mais
do que um monte de julgamentos acumulados.
Eles observam o mundo alheio,
enquanto há outros que simplesmente
continuam caminhando com cuidado,
no chão molhado.
02/05/11
Mayra Lima
-----------
Será que a inspiração finalmente veio? Ou seria apenas uma maneira de escapar do tédio? Ou será que tudo não passa de um plano elaborado, e nada do que escrevi é meu mesmo. Será, será?
Aqui em Pernambuco (Nordeste, Brasil) não há estação definida, o outono chove tanto quanto no invern e há flores praticamente o ano inteiro. Mas gosto de ver quando as folhas, já secas, caem. Parece que eu me sinto como em harmonia com o Universo. Tudo está onde deveria está, e se o mundo se encontra aparentemente no "Caos", de quem seria a culpa? Há culpados? Por que nós sempre queremos pôr a culpa em alguém? (principalmente em nós mesmos). Esse Complexo de Culpa que cerca a humanidade, torna estéril mentes já cansadas de pensar. Algo me diz: a culpa serve para que aja um pouco de civilidade nisso aqui, mas, ainda sim...ainda sim.
Aí, aí...definitivamente o mundo é o que é, e as pessoas estão aonde estão por algum motivo. Essa é a lógica. Mas, sabe quando você quer mudar alguma coisa? Nem que seja uma cadeira de lugar...você quer mudar e dizer: eu mudei, eu fiz a diferença nesse momento, em alguma coisa.
Então, tarefa do dia: mude alguma coisa de lugar hoje (e eu não estou falando apenas da cadeira ;D).
o/
Nada continua o mesmo.
A transformação é lei.
Enquanto alguns morrem,
outros vegetam, ainda vivos.
Olhos amargos, bocas secas,
espreitam a próxima vítima.
Sua existência não é mais
do que um monte de julgamentos acumulados.
Eles observam o mundo alheio,
enquanto há outros que simplesmente
continuam caminhando com cuidado,
no chão molhado.
02/05/11
Mayra Lima
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Será que a inspiração finalmente veio? Ou seria apenas uma maneira de escapar do tédio? Ou será que tudo não passa de um plano elaborado, e nada do que escrevi é meu mesmo. Será, será?
Aqui em Pernambuco (Nordeste, Brasil) não há estação definida, o outono chove tanto quanto no invern e há flores praticamente o ano inteiro. Mas gosto de ver quando as folhas, já secas, caem. Parece que eu me sinto como em harmonia com o Universo. Tudo está onde deveria está, e se o mundo se encontra aparentemente no "Caos", de quem seria a culpa? Há culpados? Por que nós sempre queremos pôr a culpa em alguém? (principalmente em nós mesmos). Esse Complexo de Culpa que cerca a humanidade, torna estéril mentes já cansadas de pensar. Algo me diz: a culpa serve para que aja um pouco de civilidade nisso aqui, mas, ainda sim...ainda sim.
Aí, aí...definitivamente o mundo é o que é, e as pessoas estão aonde estão por algum motivo. Essa é a lógica. Mas, sabe quando você quer mudar alguma coisa? Nem que seja uma cadeira de lugar...você quer mudar e dizer: eu mudei, eu fiz a diferença nesse momento, em alguma coisa.
Então, tarefa do dia: mude alguma coisa de lugar hoje (e eu não estou falando apenas da cadeira ;D).
o/
domingo, 10 de abril de 2011
.pontos de vista.
Tudo, absolutamente tudo, é relativo. E é até irônico eu afirmar isso, já que pelo fato de tudo ser relativo, eu deveria começar de um modo que relativizasse essa idéia, e não expor isso como verdade absoluta (acho que estou lendo muito filosofia). Mas, enfim, começando de novo...
As coisas, fatos, acontecimentos e idéias, aparentemente guardam em si uma relatividade peculiar. Já imaginou se todas as verdades de todos os âmbitos da vida estivessem escritas num livro, e que o mesmo fosse exposto para todos os habitantes desse vasto Universo? (sim, eu acredito em vida fora da Terra...mas, isso vai ficar pra um outro post). Que tédio seria, não teriamos a curiosidade de estar sempre instigando, questionando e consequentemente aprendendo com os erros e com os debates que fazemos entre nós.
Porém, é impressionante o poder que temos para crer tão convictamente nas nossas crenças. Os céticos, por exemplo, alegam não terem crenças, questionando sempre tudo, relativizando tudo, negando tudo, entretanto, mesmo que tudo seja relativo eles acreditam tão piamente que não acreditam em nada que a partir daí já passam a acreditar nessa crença do "eu não acredito em nada" (confusão mode on).
Rsrs, tô complicado cada vez mais...
No geral: mesmo que você vire um cubo pra cima, pra baixo, esquerda ou direita, ele não vai deixar de ser um cubo.
Enfim todo esse blá, blá, blá é só pra dizer que já há algum tempo eu tento ser mais relativa e mais mente aberta. Conviver com as pessoas por vezes é dificil, pois a maioria simplesmente quer ser o Sr. ou a Sra. da Verdade Absoluta e Imutável. Mas, quer saber, eu sou assim, mudo de opiniões o tempo inteiro, me invento e reinvento. E acho que isso é o que se chama viver. Errar e tropeçar, afinal, fazem parte da caminhada também.
Só sei de uma coisa, no meio dessas minhas inúmeras opiniões, o pensamento reina constantemente, afinal, como diria o nosso querido amigo Descartes: Penso, logo existo!
----------
Ai, ai, deixo-os com uma paisagem linda, digna de reflexão *--* (Praia do Jacaré - PB...ainda vou lá):
As coisas, fatos, acontecimentos e idéias, aparentemente guardam em si uma relatividade peculiar. Já imaginou se todas as verdades de todos os âmbitos da vida estivessem escritas num livro, e que o mesmo fosse exposto para todos os habitantes desse vasto Universo? (sim, eu acredito em vida fora da Terra...mas, isso vai ficar pra um outro post). Que tédio seria, não teriamos a curiosidade de estar sempre instigando, questionando e consequentemente aprendendo com os erros e com os debates que fazemos entre nós.
Porém, é impressionante o poder que temos para crer tão convictamente nas nossas crenças. Os céticos, por exemplo, alegam não terem crenças, questionando sempre tudo, relativizando tudo, negando tudo, entretanto, mesmo que tudo seja relativo eles acreditam tão piamente que não acreditam em nada que a partir daí já passam a acreditar nessa crença do "eu não acredito em nada" (confusão mode on).
Rsrs, tô complicado cada vez mais...
No geral: mesmo que você vire um cubo pra cima, pra baixo, esquerda ou direita, ele não vai deixar de ser um cubo.
Enfim todo esse blá, blá, blá é só pra dizer que já há algum tempo eu tento ser mais relativa e mais mente aberta. Conviver com as pessoas por vezes é dificil, pois a maioria simplesmente quer ser o Sr. ou a Sra. da Verdade Absoluta e Imutável. Mas, quer saber, eu sou assim, mudo de opiniões o tempo inteiro, me invento e reinvento. E acho que isso é o que se chama viver. Errar e tropeçar, afinal, fazem parte da caminhada também.
Só sei de uma coisa, no meio dessas minhas inúmeras opiniões, o pensamento reina constantemente, afinal, como diria o nosso querido amigo Descartes: Penso, logo existo!
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Ai, ai, deixo-os com uma paisagem linda, digna de reflexão *--* (Praia do Jacaré - PB...ainda vou lá):
segunda-feira, 14 de março de 2011
Espero a semana acabe. (8)
Durante esse tempo, do recesso da faculdade, conheci pessoas muito especiais que já fazem parte da minha história, da minha memória, porém, hoje eu tive que dizer até breve à rotina que eu levava há uns 3 meses e recomeçar novamente...
É difícil, não vou esconder...ficar longe de pessoas muito especiais já pra mim, mas, uma nova fase se inicia de novo, por isso terei que me adaptar como me adaptei nos 2 semestres anteriores.
Mas, a vida é assim não é? O individuo é um ser que nunca está totalmente realizado, sempre buscando algo que o preencha de alguma forma...tentando voltar à origem...fugir da solidão.
Às vezes dá uma canseira, vontade de gritar, chorar, dizer: Por favor, eu quero descer (sair daqui) << *Drama Queen*...mas, nós temos que fazer alguns sacrifícios no plantio, no começo, para colher mais tarde os frutos do reconhecimento (nesse caso o profissional).
Foco, foco, foco...tenho que por isso na minha mente sempre.
E espero que mesmo que eu estremeça um pouco na base, os alicerces sempre estejam firmes para uma próxima vez que chegar uma tempestade ou até um vento um pouco mais forte, tudo não desmorone.
Quero sentir a alma das coisas, a energia que emana do Universo. Quero mais paz e calmaria, quero brisa suave no rosto e um cheiro de flores do campo.
Quero nada mais que sorrir um sorriso sincero, ser tão leve e suave quanto um tom pastel. Quero me aproximar, organizar meus pensamentos e caminhar confiante.
Ai, ai...é isso.
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-----------
Ao meu amor, que ele esteja bem, e parabéns pra nós nesse dia de hoje =]...que mais dias, meses e quiçá anos, venham, meu querido.
À Lia agradecimentos pelo lindo chaveiro de borboletas e os chocolates ^-^
E que os espíritos de luz ajudem os desencarnados e os sobreviventes dos terremotos e maremotos do Japão. [LUTO]
Que assim seja!
domingo, 21 de novembro de 2010
A vida...
...é irônica.
Concordam?
A cada dia que passa vejo indícios do que já passou.
O que se passou com as pessoas, lugares e até aqui dentro. E noto que tudo deve ser como é. Destino? Talvez. Há tanta coisa que você não consegue explicar, simplesmente tem que acontecer naquela hora, naquele exato momento. Isso na grande maioria das vezes torna o fato de se viver mais interessante.
Aliás, o que você fez hoje pra tornar a sua vida interessante? E o que fez ontem? O que fez durante a semana para fazer a diferença, para ser diferente?
A vida é irônica, e é essa a graça, na minha opinião: a surpresa, o desconhecido. Apesar da insegurança rondar, não se pode ter receio de viver o que há pra se viver. Alguém que eu conheço há 19 anos já viveu assim, tão insegura e receosa. Mas agora ela abre os braços e não teme mais tanto assim a queda. Pode até ficar com medo nas primeiras tentativas, mas depois ri baixinho e espera pela queda momentânea. Ela não cai, pois tem sempre braços e mãos amigas que a erguem-na de novo e de novo. Falando em mãos amigas, o que seriamos de nós sem o outro? Um outro que te ame como você é. Que te escute, que cale, que reclame e que te diga verdades, mesmo que você não as queira ouvir.
Ah, e o amor? Quando se fala em amor pensa-se logo em um outro especifico, não é mesmo?! É, eu também penso. E estou pensando agora, no meu querido, no meu bem-me-quer, naquele que eu achava que nem ia reencontrar, que eu nem acreditava que fosse dar tão certo. Mas deu. E dá. Mais uma ironia da vida, né? Mas uma ironia feliz da vida.
Ah, e pra os que ficam aí tentando planejar a vida (inclusive eu, às vezes) só conseguirão (conseguiremos) planejar, talvez, algumas coisas materiais como: aquele objeto que a gente quer tanto comprar, ou aquele trabalho que você tanto almeja. Mas, sabe quais são as coisas que realmente duram? São as coisas da alma...e essas acontecem espontaneamente, sem planos ou raciocínios mirabolantes. Essas coisas são como um riso de bebê que ainda nem tem dentes (:
Concordam?
A cada dia que passa vejo indícios do que já passou.
O que se passou com as pessoas, lugares e até aqui dentro. E noto que tudo deve ser como é. Destino? Talvez. Há tanta coisa que você não consegue explicar, simplesmente tem que acontecer naquela hora, naquele exato momento. Isso na grande maioria das vezes torna o fato de se viver mais interessante.
Aliás, o que você fez hoje pra tornar a sua vida interessante? E o que fez ontem? O que fez durante a semana para fazer a diferença, para ser diferente?
A vida é irônica, e é essa a graça, na minha opinião: a surpresa, o desconhecido. Apesar da insegurança rondar, não se pode ter receio de viver o que há pra se viver. Alguém que eu conheço há 19 anos já viveu assim, tão insegura e receosa. Mas agora ela abre os braços e não teme mais tanto assim a queda. Pode até ficar com medo nas primeiras tentativas, mas depois ri baixinho e espera pela queda momentânea. Ela não cai, pois tem sempre braços e mãos amigas que a erguem-na de novo e de novo. Falando em mãos amigas, o que seriamos de nós sem o outro? Um outro que te ame como você é. Que te escute, que cale, que reclame e que te diga verdades, mesmo que você não as queira ouvir.
Ah, e o amor? Quando se fala em amor pensa-se logo em um outro especifico, não é mesmo?! É, eu também penso. E estou pensando agora, no meu querido, no meu bem-me-quer, naquele que eu achava que nem ia reencontrar, que eu nem acreditava que fosse dar tão certo. Mas deu. E dá. Mais uma ironia da vida, né? Mas uma ironia feliz da vida.
Ah, e pra os que ficam aí tentando planejar a vida (inclusive eu, às vezes) só conseguirão (conseguiremos) planejar, talvez, algumas coisas materiais como: aquele objeto que a gente quer tanto comprar, ou aquele trabalho que você tanto almeja. Mas, sabe quais são as coisas que realmente duram? São as coisas da alma...e essas acontecem espontaneamente, sem planos ou raciocínios mirabolantes. Essas coisas são como um riso de bebê que ainda nem tem dentes (:
![]() |
| Eu bebê ^-^ |
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
às vezes falar nem é preciso...
Curta-metragem australiano sobre um homem solitário, que vê em sua vizinha uma possível outra metade...literalmente.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
blasé
Andava meio assim esses dias...
sem gosto, sem vida, sem vontade. Naquele típico "tanto faz".
Sabe quando você quer gritar na cara de alguém algumas verdades? Fica pensando: eu deveria ter feito isso, falado aquilo...
Bem sei que arrependimentos não trazem momentos, mas, às vezes é inevitável não pensar no que poderia ter acontecido se...O tão famoso "se...".
Mas, aos poucos as forças voltam a girar as engrenagens da máquina...as cores também retornam aos poucos, bem como os sorrisos e os bem quereres.
Gosto da história do barquinho, que sozinho no horizonte se cansa de vagar e procura desesperadamente atracar num porto...infelizmente, na maioria das vezes, o barquinho atraca em maus portos: quando não são esquisitos demais, já possuem barcos demais. Por isso o barquinho continua sua viagem, na imensidão do mar...para quem sabe um dia, encontrar outro barquinho sozinho, como ele, e então não mais sentir a necessidade de atracar num porto. Ou quem sabe finalmente atracar num porto iluminado e tranquilo...quem sabe...
Metáforas a parte, hoje estou mais esperançosa, rindo de lembranças de dias em que a lei de murphy imperou, e inventando cenas pra os próximos capítulos da minha vida (não há hobbie melhor, experimente!).
sem gosto, sem vida, sem vontade. Naquele típico "tanto faz".
Sabe quando você quer gritar na cara de alguém algumas verdades? Fica pensando: eu deveria ter feito isso, falado aquilo...
Bem sei que arrependimentos não trazem momentos, mas, às vezes é inevitável não pensar no que poderia ter acontecido se...O tão famoso "se...".
Mas, aos poucos as forças voltam a girar as engrenagens da máquina...as cores também retornam aos poucos, bem como os sorrisos e os bem quereres.
Gosto da história do barquinho, que sozinho no horizonte se cansa de vagar e procura desesperadamente atracar num porto...infelizmente, na maioria das vezes, o barquinho atraca em maus portos: quando não são esquisitos demais, já possuem barcos demais. Por isso o barquinho continua sua viagem, na imensidão do mar...para quem sabe um dia, encontrar outro barquinho sozinho, como ele, e então não mais sentir a necessidade de atracar num porto. Ou quem sabe finalmente atracar num porto iluminado e tranquilo...quem sabe...
Metáforas a parte, hoje estou mais esperançosa, rindo de lembranças de dias em que a lei de murphy imperou, e inventando cenas pra os próximos capítulos da minha vida (
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Eles passarão. Eu passarinho!
Abro o post de hoje com esse "poeminha" do Quintana =D
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Sabe, há algum tempo atrás eu ficava divagando sobre como seria o hoje. Sobre quem eu seria. O que faria. Como agiria. E hoje eu vejo que sou mais, muitos mais, do que pensei ser um dia. E acho que estou feliz por isso.
Há momentos na vida (a grande maiorira deles, aliás) em que ser do contra, ir contra a maré, é a melhor escolha que você poderia fazer.
As pessoas não são sempre elas mesmas quando estão no meio de outras pessoas. Quer conhecer um pouco uma pessoa? Converse com ela a sós. Reserve um pouco de seu tempo e escute-a. A maioria das pessoas não escutam, não teem tempo pra isso, estão muito ocupadas com seus próprios "problemas" e pensamentos, mas o interessante desse exercício de prestar atenção no outro é o de que você, por vezes, esquece das suas próprias crises. Isso não é ótimo?
Há algum tempo eu ficava perdendo tempo pensando e ensaiando sobre quem eu gostaria de ser. Mas o engraçado é que eu quero mais, sempre quero mais, tenho uma sede de conquistas utópicas que me motivam a continuar O Caminho...
O Caminho, faz-me lembrar de felicidade, amarelo canário, comecinho de semana, emoções e o filme Nosso Lar =D
O filme já começa mostrando o protagonista no umbral (o inferno para alguns), em cenas, que particularmente me tocaram bastante, aparece o amadurecimento de um espírito que estava desencontrado de si mesmo. Filme interessante, e com efeitos incríveis (pra um filme brasileiro, me surpreendeu) que retrata sempre a evolução dos seres humanos. Nada se estagna, tudo evolui, cresce, se transforma, melhora. Se não fosse isso, qual seria o sentido de aqui estarmos?
Questões e mais questões...mas uma das graças de sermos seres humanos é essa, a arte de pensar e de questionar.
"O importante não são as respostas, mas as perguntas", já dizia um professor meu de filosofia do ensino médio. Nunca esqueci essa frase desde então (e provavelmente em outro post eu já citei-a).
Ah, no começo, assim que me falaram sobre o Nosso Lar, mesmo antes de rodarem o filme, eu achava tudo tão absurdo, tão futurista...mas, hoje eu posso dizer que não creio que seja assim...eu sinto que é assim...
Sempre passa:
fases,
momentos,
dúvidas,
alegrias,
dramas,
mortes,
passam.
E voltam e vão de novo.
23/09/10
Mayra Lima
P.S: post dedicado à Loo
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Sabe, há algum tempo atrás eu ficava divagando sobre como seria o hoje. Sobre quem eu seria. O que faria. Como agiria. E hoje eu vejo que sou mais, muitos mais, do que pensei ser um dia. E acho que estou feliz por isso.
Há momentos na vida (a grande maiorira deles, aliás) em que ser do contra, ir contra a maré, é a melhor escolha que você poderia fazer.
As pessoas não são sempre elas mesmas quando estão no meio de outras pessoas. Quer conhecer um pouco uma pessoa? Converse com ela a sós. Reserve um pouco de seu tempo e escute-a. A maioria das pessoas não escutam, não teem tempo pra isso, estão muito ocupadas com seus próprios "problemas" e pensamentos, mas o interessante desse exercício de prestar atenção no outro é o de que você, por vezes, esquece das suas próprias crises. Isso não é ótimo?
Há algum tempo eu ficava perdendo tempo pensando e ensaiando sobre quem eu gostaria de ser. Mas o engraçado é que eu quero mais, sempre quero mais, tenho uma sede de conquistas utópicas que me motivam a continuar O Caminho...
O Caminho, faz-me lembrar de felicidade, amarelo canário, comecinho de semana, emoções e o filme Nosso Lar =D
O filme já começa mostrando o protagonista no umbral (o inferno para alguns), em cenas, que particularmente me tocaram bastante, aparece o amadurecimento de um espírito que estava desencontrado de si mesmo. Filme interessante, e com efeitos incríveis (pra um filme brasileiro, me surpreendeu) que retrata sempre a evolução dos seres humanos. Nada se estagna, tudo evolui, cresce, se transforma, melhora. Se não fosse isso, qual seria o sentido de aqui estarmos?
Questões e mais questões...mas uma das graças de sermos seres humanos é essa, a arte de pensar e de questionar.
"O importante não são as respostas, mas as perguntas", já dizia um professor meu de filosofia do ensino médio. Nunca esqueci essa frase desde então (e provavelmente em outro post eu já citei-a).
Ah, no começo, assim que me falaram sobre o Nosso Lar, mesmo antes de rodarem o filme, eu achava tudo tão absurdo, tão futurista...mas, hoje eu posso dizer que não creio que seja assim...eu sinto que é assim...
Sempre passa:
fases,
momentos,
dúvidas,
alegrias,
dramas,
mortes,
passam.
E voltam e vão de novo.
23/09/10
Mayra Lima
P.S: post dedicado à Loo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Sinais...
Sabe, nessa semana aconteceram muitas coisas significativas. Visitas, sorrisos, prenúncios, orações, lágrimas, abraços, conselhos, confusões, quedas, confiança, desconhecidos, amigos, enfim, uma série de fatos que ainda me fazem pensar...e pensar...
Em grande parte das vezes devo perder meu tempo em devaneios que dificilmente levam-me a algum lugar. Quero dizer, só devaneiar, refletir, pensar, sem ação, não é muito relevante. Temos que tomar a frente de nossas vidas no mundo real. (esse conselho eu me dou, constantemente.)
Rs, lá vai eu com essa história de realidade de novo, mas é que eu estou nessa fase de transição entre as coisas daqui e as do mundo das idéias (até que ando tentando manter o equilíbrio desde o último post, será que vou continuar assim tão decidida?).
Enfim, voltando a falar sobre essa semana, pessoas me disseram palavras, palavras importantes, palavras sobre algo maior, palavras que me marcaram. Essas palavras vieram acompanhadas de gestos, bons gestos, gestos que me fazem acreditar na bondade, na divindade dos seres, na perfeição que é a vida. Mas, oscilo, entre o que realmente sou e penso e quero, e entre o que eu deveria ser e pensar e querer.
Cada dia dessa semana, até agora, foi especial. Na verdade todos os dias são especiais (eu tento colocar isso na minha cabeça), mas tem aqueles dias em que a LEI DE MURPHY é tão presente que me fazem desacreditar no fato de que todos os dias são especiais. Porém, mesmo que o dia não esteja tão bom assim, dias por exemplo em que você perde as coisas e acaba se perdendo um pouco, será que esses dias não são especiais ao seu singelo modo também?
Eu quero acreditar nisso, eu tenho que acredito nisso, eu sinto isso...bem aqui...de alguma forma. Mesmo quando eu choro, ou grito, ou me arrependo, tudo tem uma razão de ser, e infelizmente só tempos depois é que dou conta disso.
Sabe, quando eu vejo a espontaneidade nos olhos das pessoas, sorrisos e abraços sinceros, crianças brincando, gentileza de gestos (nossa, isso rimou xP), enfim, quando eu vejo a presença de algo maior (Deus, Alá, Ser Supremo, causa primeira de todas as coisas, Big Bang...chame do que quiser), eu me sinto preenchida por uma energia vibrante, que vem de relance e me inunda por inteiro. Nesse momento eu me sinto em sintonia, e feliz por estar aqui, de ter essa oportunidade de retornar novamente, de fazer algo melhor por mim e pelos outros (por nós), de apaziguar a alma das pessoas que numa época distante me fizeram chorar e as que fiz chorar também.
Em grande parte das vezes devo perder meu tempo em devaneios que dificilmente levam-me a algum lugar. Quero dizer, só devaneiar, refletir, pensar, sem ação, não é muito relevante. Temos que tomar a frente de nossas vidas no mundo real. (esse conselho eu me dou, constantemente.)
Rs, lá vai eu com essa história de realidade de novo, mas é que eu estou nessa fase de transição entre as coisas daqui e as do mundo das idéias (até que ando tentando manter o equilíbrio desde o último post, será que vou continuar assim tão decidida?).
Enfim, voltando a falar sobre essa semana, pessoas me disseram palavras, palavras importantes, palavras sobre algo maior, palavras que me marcaram. Essas palavras vieram acompanhadas de gestos, bons gestos, gestos que me fazem acreditar na bondade, na divindade dos seres, na perfeição que é a vida. Mas, oscilo, entre o que realmente sou e penso e quero, e entre o que eu deveria ser e pensar e querer.
Cada dia dessa semana, até agora, foi especial. Na verdade todos os dias são especiais (eu tento colocar isso na minha cabeça), mas tem aqueles dias em que a LEI DE MURPHY é tão presente que me fazem desacreditar no fato de que todos os dias são especiais. Porém, mesmo que o dia não esteja tão bom assim, dias por exemplo em que você perde as coisas e acaba se perdendo um pouco, será que esses dias não são especiais ao seu singelo modo também?
Eu quero acreditar nisso, eu tenho que acredito nisso, eu sinto isso...bem aqui...de alguma forma. Mesmo quando eu choro, ou grito, ou me arrependo, tudo tem uma razão de ser, e infelizmente só tempos depois é que dou conta disso.
Sabe, quando eu vejo a espontaneidade nos olhos das pessoas, sorrisos e abraços sinceros, crianças brincando, gentileza de gestos (nossa, isso rimou xP), enfim, quando eu vejo a presença de algo maior (Deus, Alá, Ser Supremo, causa primeira de todas as coisas, Big Bang...chame do que quiser), eu me sinto preenchida por uma energia vibrante, que vem de relance e me inunda por inteiro. Nesse momento eu me sinto em sintonia, e feliz por estar aqui, de ter essa oportunidade de retornar novamente, de fazer algo melhor por mim e pelos outros (por nós), de apaziguar a alma das pessoas que numa época distante me fizeram chorar e as que fiz chorar também.
Cada dia trás consigo experiências únicas. Um simples passo, uma palavra, um papel que você deixou cair no chão, podem fazer total diferença em todo o seu dia (é como aquela história da teoria do caos: um simples bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão no outro lado do mundo)...
Essa semana foi especial pra mim. Uma pessoa muito especial, de uma hora para outra, me disse que havia algo grande reservado para mim, uma missão...e por algum motivo eu senti essas palavras me inundarem por completo.
Na verdade todos nós temos lindas missões aqui, mas cabe a nós saber enxergar (e não apenas ver) os sinais...
[...]porquanto, muitos há chamados, mas poucos escolhidos.
Ai, eu ainda tenho tanto pra dizer...
mas, fico por aqui, até a próxima inspiração.
domingo, 22 de agosto de 2010
Fantasia x Realidade
Tudo está delimitado entre uma linha tênue.
De um lado, aonde todos os solilóquios e ilusões fazem morada, faço de algumas poucas horas momentos mais interessantes do que realmente são.
Invento personagens e falas bem dirigidas. Acho que no fundo pra mim as parábolas e metáforas sempre me instigaram mais. Mais do que eu posso ver com a minha percepção humana, tento ir além...muito além...
Tento deduzir, e até mesmo coloco pré-impressões em todas as imagens mentais que faço de qualquer realidade em que vivo.
Sim, meus pensamentos funcionam mais como imagens mentais, como num filme, só que mais espontâneo e incrivelmente mais surpreendente, sou a roteirista da minha vida, tento fazer dela sempre uma incrível história de ficção, que nem sempre, por conta de alguns erros de gravação, possuem finais tão felizes assim...
Tudo tem começo, meio e fim?
Bem, acho que "o tudo, o sempre e o nada" são palavras demasiadamente fortes e nem sempre tão sinceras assim...muito arbitrárias, não gosto muito de usá-las (peço-lhes perdão queridas palavras xD).
- Que tal uma xícara de um pouco de espontaneidade? Com cubinhos de "nada muito óbvio" é claro! - pergunto-me quando me é possível conversar comigo mesma (e quando me dou o mínimo de atenção).
Tantas e tantas são as vezes que: volto, paro, tento mudar, mudo, lapido, transformo...mas, infelizmente na vida dita como "real" é raro termos tantas oportunidades.
Por isso, arrependimentos e culpas devem ser deixados num fundo de um baú velho e mau cheiroso e colocados bem no canto, embaixo da cama. E se o baú tiver fechadura, se possível, renegar a chave a algum lugar que você nunca se lembrará de procurar. Uma gaveta velha de cacarecos e tralhas, talvez...ou ainda um outro lugar menos empolgante.
Não compreendo como posso ter tantos pensamentos desordenados de uma só vez, ter vontade de fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, e acabar não fazendo nenhuma tão bem. (risos).
E como posso mudar tanto de assunto também? Sei lá, acho que a roteirista anda meio que com preguiça de escrever um bom roteiro pra os dias que estão vindo, inclusive os próximos minutos do dia de hoje...
...acho que a roteirista descobriu que chegou a hora de se aposentar, e tentar nova profissão...quem sabe para-quedista? xP
A vida pode ser como um filme...e na verdade ela é mesmo como um filme...com personagens, relacionamentos, suspenses, dramas, risos e momentos de pura ação, ou de puro tédio. Só que os roteiros nem sempre saem como o planejado, porque a cada momento mudamos um pouquinho ;D
É, eu mudei um pouco desde o começo desse post...
Bem, sem mais enrolação, prepararei meu para-quedas imaginário, despedir-me-ei dos roteiros milimetricamente escritos e tentarei me jogar numa grande e surpreendente aventura que se chama VIVER (tentarei, pois que disso depende a coragem)...
até lá ;D
P.S.: se você não entendeu muito do que leu agora...tudo bem...eu também não entendo muito!
De um lado, aonde todos os solilóquios e ilusões fazem morada, faço de algumas poucas horas momentos mais interessantes do que realmente são.
Invento personagens e falas bem dirigidas. Acho que no fundo pra mim as parábolas e metáforas sempre me instigaram mais. Mais do que eu posso ver com a minha percepção humana, tento ir além...muito além...
Tento deduzir, e até mesmo coloco pré-impressões em todas as imagens mentais que faço de qualquer realidade em que vivo.
Sim, meus pensamentos funcionam mais como imagens mentais, como num filme, só que mais espontâneo e incrivelmente mais surpreendente, sou a roteirista da minha vida, tento fazer dela sempre uma incrível história de ficção, que nem sempre, por conta de alguns erros de gravação, possuem finais tão felizes assim...
Tudo tem começo, meio e fim?
Bem, acho que "o tudo, o sempre e o nada" são palavras demasiadamente fortes e nem sempre tão sinceras assim...muito arbitrárias, não gosto muito de usá-las (peço-lhes perdão queridas palavras xD).
- Que tal uma xícara de um pouco de espontaneidade? Com cubinhos de "nada muito óbvio" é claro! - pergunto-me quando me é possível conversar comigo mesma (e quando me dou o mínimo de atenção).
Tantas e tantas são as vezes que: volto, paro, tento mudar, mudo, lapido, transformo...mas, infelizmente na vida dita como "real" é raro termos tantas oportunidades.
Por isso, arrependimentos e culpas devem ser deixados num fundo de um baú velho e mau cheiroso e colocados bem no canto, embaixo da cama. E se o baú tiver fechadura, se possível, renegar a chave a algum lugar que você nunca se lembrará de procurar. Uma gaveta velha de cacarecos e tralhas, talvez...ou ainda um outro lugar menos empolgante.
Não compreendo como posso ter tantos pensamentos desordenados de uma só vez, ter vontade de fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, e acabar não fazendo nenhuma tão bem. (risos).
E como posso mudar tanto de assunto também? Sei lá, acho que a roteirista anda meio que com preguiça de escrever um bom roteiro pra os dias que estão vindo, inclusive os próximos minutos do dia de hoje...
...acho que a roteirista descobriu que chegou a hora de se aposentar, e tentar nova profissão...quem sabe para-quedista? xP
A vida pode ser como um filme...e na verdade ela é mesmo como um filme...com personagens, relacionamentos, suspenses, dramas, risos e momentos de pura ação, ou de puro tédio. Só que os roteiros nem sempre saem como o planejado, porque a cada momento mudamos um pouquinho ;D
É, eu mudei um pouco desde o começo desse post...
Bem, sem mais enrolação, prepararei meu para-quedas imaginário, despedir-me-ei dos roteiros milimetricamente escritos e tentarei me jogar numa grande e surpreendente aventura que se chama VIVER (tentarei, pois que disso depende a coragem)...
até lá ;D
P.S.: se você não entendeu muito do que leu agora...tudo bem...eu também não entendo muito!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
[País dos Espelhos]
São tantos e tantos porquês e perguntas, que as vezes até esqueço o que eu queria saber no princípio...
Porém, às vezes perder-se é necessário. Porque geralmente durante a procura você percebe o que realmente importa (e eu sempre bato nesta tecla): família, amigos, simplicidade, espontaneidade, brisa e paz (não necessariamente nesse ordem).
Não tenho tudo o que quero no momento (e quem tem?...mas, acho que no fundo essa é uma das graças de se viver...ter tudo o que se quer faria com que não procurassemos algo melhor, quem sabe isso não nos farias extáticos e consequentemente chatos), em contraposição há uma constante mudança de meus "quereres".
Como diria, a Lagarta à Alice (in Wonderland): quem és tu?...
E eu respondo, meio que insegura:
Bem, talvez eu não lhe saberia dizer exatamente quem sou. Ou antes, eu não gostaria de dizer-te abertamente. Talvez quem sabe por metáforas? Enfim, Sr. Lagarta, sou tantas em uma que geralmente me pego olhando-me no espelho e vendo uma desconhecida a também olhar para mim. Há muitas coisas em comum, entre mim e ela, mas não sei, há algo que me é desconhecido, e quando me apercebo estou tocando em meus olhos, bem como em todo o restante da minha face, e para a minha surpresa ela imita o gesto na mesma velocidade que minhas mãos...
Ficamos assim durante algum tempo, tentando reconhecer-mos uma à outra.
Será que eu mudei tanto desde hoje de manhã, como a minha amiga Alice disse ao Sr. certa vez quando esteve por aqui?
Talvez...mas, talvez eu apenas seja aquela mesma de antes, que pensa que a mudança liberta, suaviza, revigora, e que por isso mesmo diz que muda constantemente, mesmo isso não sendo a total verdade, já que alguma centelha de essência continua mesmo durante as mais drásticas mudanças.
Não, Sr. Lagarta, isso não é um devaneio, ou um sonho qualquer.
Aquela menina que avisto no espelho, quando eu me desconheço, várias vezes me disse:
- És mais do que estes olhos que te veem, ou esta boca que vos fala. És mais, bem mais do que este amontoado de carne, veias, sangue, músculos, orgãos...és mais, bem mais do que pensas que pensarias que és. Na verdade aí vai mais um segredo: todos são mais do que pensam do que pensariam que são. Mas, essa idéia é por demasiado inconcebível para a maioria das pessoas.
Agora penso...não terá sido esse monólogo comigo mesma um sonho?
Mas, na realidade não seria tudo um sonho dentro de outro sonho?
Diálogos e monólogos "nonsenses" a parte, eu sei de pouquíssimas certezas nesta vida (grifo bem o nesta vida por ser esta apenas uma de tantas e várias que tive e que ainda terei), se é que eu realmente sei de alguma coisa ^^"
Contudo, tudo o que eu sei, ou o que eu acho que sei do que eu saberia, está contido aqui nas entrelinhas desses textos.
Livro recomendado: Alice no País dos Espelhos.
Filme recomendado: A menina no País das Maravilhas.
P.S.: Monólogos no País dos Espelhos não terminam por aqui ;D
Porém, às vezes perder-se é necessário. Porque geralmente durante a procura você percebe o que realmente importa (e eu sempre bato nesta tecla): família, amigos, simplicidade, espontaneidade, brisa e paz (não necessariamente nesse ordem).
Não tenho tudo o que quero no momento (e quem tem?...mas, acho que no fundo essa é uma das graças de se viver...ter tudo o que se quer faria com que não procurassemos algo melhor, quem sabe isso não nos farias extáticos e consequentemente chatos), em contraposição há uma constante mudança de meus "quereres".
Como diria, a Lagarta à Alice (in Wonderland): quem és tu?...
E eu respondo, meio que insegura:
Bem, talvez eu não lhe saberia dizer exatamente quem sou. Ou antes, eu não gostaria de dizer-te abertamente. Talvez quem sabe por metáforas? Enfim, Sr. Lagarta, sou tantas em uma que geralmente me pego olhando-me no espelho e vendo uma desconhecida a também olhar para mim. Há muitas coisas em comum, entre mim e ela, mas não sei, há algo que me é desconhecido, e quando me apercebo estou tocando em meus olhos, bem como em todo o restante da minha face, e para a minha surpresa ela imita o gesto na mesma velocidade que minhas mãos...
Ficamos assim durante algum tempo, tentando reconhecer-mos uma à outra.
Será que eu mudei tanto desde hoje de manhã, como a minha amiga Alice disse ao Sr. certa vez quando esteve por aqui?
Talvez...mas, talvez eu apenas seja aquela mesma de antes, que pensa que a mudança liberta, suaviza, revigora, e que por isso mesmo diz que muda constantemente, mesmo isso não sendo a total verdade, já que alguma centelha de essência continua mesmo durante as mais drásticas mudanças.
Não, Sr. Lagarta, isso não é um devaneio, ou um sonho qualquer.
Aquela menina que avisto no espelho, quando eu me desconheço, várias vezes me disse:
- És mais do que estes olhos que te veem, ou esta boca que vos fala. És mais, bem mais do que este amontoado de carne, veias, sangue, músculos, orgãos...és mais, bem mais do que pensas que pensarias que és. Na verdade aí vai mais um segredo: todos são mais do que pensam do que pensariam que são. Mas, essa idéia é por demasiado inconcebível para a maioria das pessoas.
Agora penso...não terá sido esse monólogo comigo mesma um sonho?
Mas, na realidade não seria tudo um sonho dentro de outro sonho?
Diálogos e monólogos "nonsenses" a parte, eu sei de pouquíssimas certezas nesta vida (grifo bem o nesta vida por ser esta apenas uma de tantas e várias que tive e que ainda terei), se é que eu realmente sei de alguma coisa ^^"
Contudo, tudo o que eu sei, ou o que eu acho que sei do que eu saberia, está contido aqui nas entrelinhas desses textos.
Livro recomendado: Alice no País dos Espelhos.
Filme recomendado: A menina no País das Maravilhas.
P.S.: Monólogos no País dos Espelhos não terminam por aqui ;D
domingo, 30 de maio de 2010
O "Eu"
Neste momento ando com uma crítica extrema,
das formas, das cores, das situações, pessoas e incluindo a mim mesma.
Quero libertar-me da parte da minha mente que ainda está presa há pensamentos de ordem inferior.
Quero ver a beleza nos defeitos, e sentir no cheiro moribundo da cidade, o aroma da vida...
Há tantos "Eus" e tantas formas de se dizer os "eus" que acabo me perdendo tentando encontrar o que mais identica a minha personalidade (o uso da palavra "eus" fez-me lembrar o livro de Fernando Pessoa: O Eu profundo e os outros eus).
Estou um pouco cansada de explicações, expectativas, esperas e mentiras (que encobrem verdades nem tão belas).
Não quero mais martizira-me com o que perdi...já que tudo passa, incluse os ditos "bons momentos".
Eu só queria também por tudo isso em prática, não apenas que ficasse num post de blog esquecido.
Sem dúvida tudo acontece porque tem que acontecer.
Inclusive as frutrações. Estranhamente elas me motivam.
Lembre-se: É preciso saber improvisar, quando os planos não dão certo.
das formas, das cores, das situações, pessoas e incluindo a mim mesma.
Quero libertar-me da parte da minha mente que ainda está presa há pensamentos de ordem inferior.
Quero ver a beleza nos defeitos, e sentir no cheiro moribundo da cidade, o aroma da vida...
Há tantos "Eus" e tantas formas de se dizer os "eus" que acabo me perdendo tentando encontrar o que mais identica a minha personalidade (o uso da palavra "eus" fez-me lembrar o livro de Fernando Pessoa: O Eu profundo e os outros eus).
Estou um pouco cansada de explicações, expectativas, esperas e mentiras (que encobrem verdades nem tão belas).
Não quero mais martizira-me com o que perdi...já que tudo passa, incluse os ditos "bons momentos".
Eu só queria também por tudo isso em prática, não apenas que ficasse num post de blog esquecido.
Sem dúvida tudo acontece porque tem que acontecer.
Inclusive as frutrações. Estranhamente elas me motivam.
Lembre-se: É preciso saber improvisar, quando os planos não dão certo.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Extra-sensorial
Energia cósmica, sexto-sentido, terceiro olho, intuição, força maior, premonição...
Seja como for chamada, definitivamente todos possuem a capacidade de perceber e sentir eventos que transcedem os sentidos mais usuais. Porém, é claro que nem todos possuem isso tão apurado.
Eu geralmente nem presto muita atenção aos detalhes ao meu redor, focando-me apenas em pontos específicos. Mas, hoje, depois da terapia, não sei o que aconteceu, mas eu fiquei mais perceptiva e com a sensibilidade mais aguçada. Isso é meio raro de acontecer comigo. Mas estou feliz de hoje eu ter me ouvido mais.
Confesso que o que eu senti, não foi te todo bom, no começo. Mas depois eu fui percebendo o quanto se aprende cada vez mais com as frustrações, e que não podemos esperar que as pessoas nos salvem. Nós mesmos temos que tentar escalar o poço que nós mesmos caimos...na maioria das vezes sem querer.
Nunca se chega à conclusões gerais do que se é certo ou errado, apenas o que há são escolhas, que temos que tomar para continuar na caminhada.
E como a minha mãe diz: "Às vezes nem tudo o que achamos que não vai ser decepcionante, é o que vale." ^^
Ah, agora...acho que algo como uma paz me invade.
Talvez seja um mecanismo de defesa, ou uma tentativa de reprimir os meus verdadeiros sentimentos.
Só sei que há vezes que você tem que escolher viver uma vida cheia de emoções e consequentemente decepções, ou uma vida calma e chata :P, sem empolgação.
Faz tempo que eu escolhi a primeira opção.
Seja como for chamada, definitivamente todos possuem a capacidade de perceber e sentir eventos que transcedem os sentidos mais usuais. Porém, é claro que nem todos possuem isso tão apurado.
Eu geralmente nem presto muita atenção aos detalhes ao meu redor, focando-me apenas em pontos específicos. Mas, hoje, depois da terapia, não sei o que aconteceu, mas eu fiquei mais perceptiva e com a sensibilidade mais aguçada. Isso é meio raro de acontecer comigo. Mas estou feliz de hoje eu ter me ouvido mais.
Confesso que o que eu senti, não foi te todo bom, no começo. Mas depois eu fui percebendo o quanto se aprende cada vez mais com as frustrações, e que não podemos esperar que as pessoas nos salvem. Nós mesmos temos que tentar escalar o poço que nós mesmos caimos...na maioria das vezes sem querer.
Nunca se chega à conclusões gerais do que se é certo ou errado, apenas o que há são escolhas, que temos que tomar para continuar na caminhada.
E como a minha mãe diz: "Às vezes nem tudo o que achamos que não vai ser decepcionante, é o que vale." ^^
Ah, agora...acho que algo como uma paz me invade.
Talvez seja um mecanismo de defesa, ou uma tentativa de reprimir os meus verdadeiros sentimentos.
Só sei que há vezes que você tem que escolher viver uma vida cheia de emoções e consequentemente decepções, ou uma vida calma e chata :P, sem empolgação.
Faz tempo que eu escolhi a primeira opção.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ainda sou humana...
Sentimentos exacerbadamente humanos. Confusão entre passado, presente e futuro. Tudo é um emaranhado desconexo na minha mente. Estou aqui, agora, mas há um minuto eu mudei. Não sou mais a mesma de outrora. Ou será que eu ainda guardei um pouco do que sou em algum lugar? Num canto da sala, talvez. Não saberia dizer com precisão.
Os livros e papéis me aguardam. E eu que sempre os amei, por vezes, acabo ignorando-os, voltando-me apenas para a minha imagem egoísta. O tédio, a felicidade e a tristeza (não exatamente nessa ordem) são irmãs, e vão me sufocando constantemente ao longo do dia.
Converso contigo, mas não sinto-te. O desprezo que tenho é reflexo do que sou, sem dúvida. E não temo demonstrar o que eu sinto, na maior parte do tempo, já que essa é uma das condições que tenho para viver um pouco em paz. Que paz? Qual paz? Acho que talvez isso que chamo de paz seja um alívio apenas. A paz me parece ser algo de utópica, lembra-me alguma coisa estática, branca e distante...
Pra quê falar? O subentendido além de ser mais interessante, é mais eloquente, fato.
As emoções não voltam atrás.
Nem os sonhos.
Muito menos os erros. Mas, defina: o que é certo e o que é errado?
Provavelmente você ouvirá variadas respostas que não necessariamente são as mesmas (geralmente não são as mesmas).
Cada ser possui determinados valores aprendidos ou herdados. E o ser humano é o que mais se acha "valorizado", dentre todos os outros seres.
Aliás, também estou incluida nessa premissa...afinal, ainda sou humana...
Os livros e papéis me aguardam. E eu que sempre os amei, por vezes, acabo ignorando-os, voltando-me apenas para a minha imagem egoísta. O tédio, a felicidade e a tristeza (não exatamente nessa ordem) são irmãs, e vão me sufocando constantemente ao longo do dia.
Converso contigo, mas não sinto-te. O desprezo que tenho é reflexo do que sou, sem dúvida. E não temo demonstrar o que eu sinto, na maior parte do tempo, já que essa é uma das condições que tenho para viver um pouco em paz. Que paz? Qual paz? Acho que talvez isso que chamo de paz seja um alívio apenas. A paz me parece ser algo de utópica, lembra-me alguma coisa estática, branca e distante...
Pra quê falar? O subentendido além de ser mais interessante, é mais eloquente, fato.
As emoções não voltam atrás.
Nem os sonhos.
Muito menos os erros. Mas, defina: o que é certo e o que é errado?
Provavelmente você ouvirá variadas respostas que não necessariamente são as mesmas (geralmente não são as mesmas).
Cada ser possui determinados valores aprendidos ou herdados. E o ser humano é o que mais se acha "valorizado", dentre todos os outros seres.
Aliás, também estou incluida nessa premissa...afinal, ainda sou humana...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Palavras ao vento!
Depois de não sei quanto tempo, finalmente voltei =)
Acho que eu estava longe do blog porque eu também estava um pouco distante de mim mesma (ja começou com "filosofias"), mas, enfim, eu sou assim...rsrsrs....
Apesar de estar tentanto me encontrar, ou de estar só achando que estou tentando me encontrar (eh um desses dois, com certeza), ainda estou me sentindo relativamente distanciada, como se eu estivesse vendo a minha vida, e não vivendo-a.
Cada vez mais me sinto distante de algumas pessoas que eu não queria me distanciar, e mais proximas de outras que eu nunca pensei que fossem ser tão importantes na minha vida.
Isso é totalmente espontâneo, pois eu ja tentei mudar esse comportamento, e está sendo difícil.
Talvez seja algum mecanismo de defesa tosco que a minha mente criou pra eu não sofrer tanto com algumas coisas, aí talvez eu esteja querendo me polpar, afastando-me de pessoas que aparentemente gostam de mim. No fundo, no fundo, eu tenho receio de decepcionar à todos, por isso crio uma máscara de falsoperfeccionismo...
au revoir!
Acho que eu estava longe do blog porque eu também estava um pouco distante de mim mesma (ja começou com "filosofias"), mas, enfim, eu sou assim...rsrsrs....
Apesar de estar tentanto me encontrar, ou de estar só achando que estou tentando me encontrar (eh um desses dois, com certeza), ainda estou me sentindo relativamente distanciada, como se eu estivesse vendo a minha vida, e não vivendo-a.
Cada vez mais me sinto distante de algumas pessoas que eu não queria me distanciar, e mais proximas de outras que eu nunca pensei que fossem ser tão importantes na minha vida.
Isso é totalmente espontâneo, pois eu ja tentei mudar esse comportamento, e está sendo difícil.
Talvez seja algum mecanismo de defesa tosco que a minha mente criou pra eu não sofrer tanto com algumas coisas, aí talvez eu esteja querendo me polpar, afastando-me de pessoas que aparentemente gostam de mim. No fundo, no fundo, eu tenho receio de decepcionar à todos, por isso crio uma máscara de falso
...Hoje eh dia de libertação...bem como os outros dias do ano (isso fez-me lembrar uma poesia minha q escrevi faz tempo...depois posto aqui pq nao sei aonde encontra-la nesse momento xP).
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Tal mãe, tal filha

O que seria de mim, sem ela?
Simplesmente não me vejo pedindo conselhos, carinho e colo a outro ser humano na Terra, sem precisar dar nada de mim em troca =)
Temos o temperamento tão parecido que acaba por causar algumas divergências básicas no cotidiano...mas, são essas divergências que nos faz ser quem somos: essencialmente briguentas e explosivas xP, mas que se amam.
Minha mãe, meu pai, minha psicóloga, meu porto-seguro.
Foi através de ti que aprendi um pouco do significado das palavras ‘AMOR INCONDICIONAL.
Feliz aniversário mãe =*
sábado, 10 de outubro de 2009
lollipop.
Ainda gosto de Alice no país das maravilhas e tenho medo do escuro. Adoro besteiras e chorar por nada.
Isso faz de mim relativamente infantil?
Se sim, que bom...pois adoro ser relativamente infantil =D
As crianças é que sabem aproveitar o bom que a vida às vezes só mostra por entrelinhas. Não preocupando-se com aquele tal de futuro que ninguém conhece, pois à elas não é cabível falar com estranhos.
Até a ingenuidade é louvável, pois nem sempre os mais espertos são os mais felizes (;
Neste mundo tão frio, individualista e tecnológico, o cheiro de criatividade dos sonhos da infância vão sendo esquecidos, dando lugar aos jogos de competitividade e de poder (ao dinheiro).

Pobres crianças são as que no seu extremo ato de loucura, fecham os olhos pra si mesmas e esquecem-se das coisas simples que realmente importam, passando a serem apenas mais dados de estatísticas qualquer.
Todos nós ainda possuimos aquela criança tímida e insegura, em algum lugar...que com o passar dos tempos fica cada vez mais jovem e realizada interiormente, mas desde que tenhamos consciência de que nascemos e morremos sempre, cada vez mais, mudando as cascas e evoluindo.
Isso faz de mim relativamente infantil?
Se sim, que bom...pois adoro ser relativamente infantil =D
As crianças é que sabem aproveitar o bom que a vida às vezes só mostra por entrelinhas. Não preocupando-se com aquele tal de futuro que ninguém conhece, pois à elas não é cabível falar com estranhos.
Até a ingenuidade é louvável, pois nem sempre os mais espertos são os mais felizes (;
Neste mundo tão frio, individualista e tecnológico, o cheiro de criatividade dos sonhos da infância vão sendo esquecidos, dando lugar aos jogos de competitividade e de poder (ao dinheiro).

Pobres crianças são as que no seu extremo ato de loucura, fecham os olhos pra si mesmas e esquecem-se das coisas simples que realmente importam, passando a serem apenas mais dados de estatísticas qualquer.
Todos nós ainda possuimos aquela criança tímida e insegura, em algum lugar...que com o passar dos tempos fica cada vez mais jovem e realizada interiormente, mas desde que tenhamos consciência de que nascemos e morremos sempre, cada vez mais, mudando as cascas e evoluindo.
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