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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Mais borboletas...

Estou feliz. Ultimamente ando vendo mais borboletas borboleteando por aí xD
Sério, já faz um tempo que eu não as via, já estava pensando que elas haviam sido extintas (é tanta poluição nesse mundo) ou então era eu que não as observava mais atentamente *-* (provavelmente foram as duas opções).

Calmaria. Brisa. Mar. Dia desses depois de descer do ônibus, antes de voltar pra casa, dei uma andada pelo calçadão da praia, eu nunca faço isso, mas é porque faz pouco tempo que estou morando por Olinda, enfim. Foi muito bom, apesar de eu te me assustado um pouco com a placa de: Perigo! Tubarão. (isso me fez desistir dar um mergulho)...

Ah, ontem fui na terapeuta, da clínica de psicologia do prédio que eu estudo (CFCH - UFPE) mesmo. E pela primeira vez (essa era a 3ª consulta) eu saí um pouco abalada. Acho que foi porque ela me havia dito algumas coisas baseadas em situações que eu havia relatado à ela. Rsrs, foi como levar um tapa de mim mesma, na cara. Fiquei chocada. Não havia pensando por um prisma diferente. Às vezes é necessário que alguém te diga algo que você já sabia, mas que não via muito sentido naquilo. Uma amiga minha falou uma vez que para ela a terapia era como um monólogo. Mas a verdadeira terapia é quando há uma boa interação entre o terapeuta e o paciente, apesar de ser o próprio paciente que se cura num processo de autoconhecimento. O terapeuta o auxilia nessa autocura, em base nas teorias científicas da psicologia.

A abordagem da minha terapeuta é psicanálise. Eu ando interessada ultimamente na Analítica de Young, Bioenergética de Lowen, e a TCC (Terapia Cognitivo Comportamental). São tantas opções que fico meio perdida!

E como diria Mário Quintana: "O segredo é não correr atrás das borboletas...É cuidar do jardim para que elas venham até você."

Meu jardim andava meio murcho, eu acho. Vou tentar regá-lo todos os dias (:

domingo, 30 de maio de 2010

O "Eu"

Neste momento ando com uma crítica extrema,
das formas, das cores, das situações, pessoas e incluindo a mim mesma.

Quero libertar-me da parte da minha mente que ainda está presa há pensamentos de ordem inferior.
Quero ver a beleza nos defeitos, e sentir no cheiro moribundo da cidade, o aroma da vida...

Há tantos "Eus" e tantas formas de se dizer os "eus" que acabo me perdendo tentando encontrar o que mais identica a minha personalidade (o uso da palavra "eus" fez-me lembrar o livro de Fernando Pessoa: O Eu profundo e os outros eus).
Estou um pouco cansada de explicações, expectativas, esperas e mentiras (que encobrem verdades nem tão belas).

Não quero mais martizira-me com o que perdi...já que tudo passa, incluse os ditos "bons momentos".

Eu só queria também por tudo isso em prática, não apenas que ficasse num post de blog esquecido.
Sem dúvida tudo acontece porque tem que acontecer.
Inclusive as frutrações. Estranhamente elas me motivam.

Lembre-se: É preciso saber improvisar, quando os planos não dão certo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Às SENSAÇÕES.

O que seria do mundo...
sem guerras, sem fome, sem notícias? Resumindo: sem novidades que alimentassem o jornal.
Mas, é claro que esse é o sonho de pessoas utópicas...como eu.

Você já pensou, porém, se no planeta em que vivemos e que denominamos Terra (inclusive adoramos rotular coisas), não houvesse dor, sofrimento, provas e expiações? Como aprenderíamos a moral da história?
Como poderíamos nos transformar, nascer e morrer todos os dias se não fossem as lágrimas que derramamos, o suor de um dia exaustivo, o tropeço na pedra da calçada, os desentendimentos? (tudo isso sem muitos exageros).


Como aprenderíamos o que é bom se o mau não existisse? O que seria da luz, sem a escuridão? Qual seria o sentido da luz se não fosse o de iluminar a escuridão? Sem a escuridão, saberíamos dar o devido valor à luz?

É assim: Você vem pra esse mundo, tenta conviver com as outras pessoas, se ajusta ao meio cultural em que vive (ou então se rebela contra o sistema), faz amigos, estuda, trabalha, namora, casa, tem filhos (não necessariamente nessa ordem), definha e morre.

Nesse relativo espaço de tempo entre (re)nascer e morrer (a morte realmente existe??...mas, essa questão já é assunto pra outro post), o que realmente importa?

Esse mundo está em transição entre a Era de Peixes e Aquário. O espiritualismo (sem imposição de religião necessariamente) está sendo procurado pelas pessoas. Transformações nítidas ocorrem seja no planeta em si, seja nos seres que a constituem.
Todo ser humano tem uma missão a cumprir, um porquê de se encontrar aqui. E são as quedas que movem esse percurso. Às vezes o caos é necessário para que o equilíbrio seja atingido, porém o ser humano, desde há muito tempo, tem abusado de seu próprio poder.

O que seria da vida e deste mundo sem obstáculos, sem o desconhecido, sem surpresas?

A vida seria ociosa e monótona, sem muito pra fazer...
E o planeta Terra seria outro mundo...um mundo que já existe...o mundo espiritual.

EU QUERO QUE SENSAÇÕES BOAS E RUINS ME INVADAM, QUERO SENTIR-ME VIVA, ERRAR E CAIR DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL, ERGUENDO-ME PRONTAMENTE. (Ensine-me Yeshua à errar da melhor maneira possível).
Que assim seja!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Palavras ao vento!

Depois de não sei quanto tempo, finalmente voltei =)
Acho que eu estava longe do blog porque eu também estava um pouco distante de mim mesma (ja começou com "filosofias"), mas, enfim, eu sou assim...rsrsrs....
Apesar de estar tentanto me encontrar, ou de estar só achando que estou tentando me encontrar (eh um desses dois, com certeza), ainda estou me sentindo relativamente distanciada, como se eu estivesse vendo a minha vida, e não vivendo-a.
Cada vez mais me sinto distante de algumas pessoas que eu não queria me distanciar, e mais proximas de outras que eu nunca pensei que fossem ser tão importantes na minha vida.
Isso é totalmente espontâneo, pois eu ja tentei mudar esse comportamento, e está sendo difícil.
Talvez seja algum mecanismo de defesa tosco que a minha mente criou pra eu não sofrer tanto com algumas coisas, aí talvez eu esteja querendo me polpar, afastando-me de pessoas que aparentemente gostam de mim. No fundo, no fundo, eu tenho receio de decepcionar à todos, por isso crio uma máscara de falso perfeccionismo...

...Hoje eh dia de libertação...bem como os outros dias do ano (isso fez-me lembrar uma poesia minha q escrevi faz tempo...depois posto aqui pq nao sei aonde encontra-la nesse momento xP).


au revoir!
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