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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Por acaso?

O acaso existe? Acredito que não, pois acreditar no acaso é não acreditar no próprio Deus.
Há coisas que acontecem nas nossas vidas, pessoas que conhecemos, momentos que vivemos, que acabam fazendo parte de quem nós somos. O que eu vivi, vi, senti, fez a pessoa que sou hoje. Claro, cheia de defeitos (algumas dezenas deles), mas nem por isso menos significativos, menos importantes. Ser quem se é, aceitar as pessoas como são, sem dúvida são grandes desafios na vida, mas só me fazem ter cada vez mais vontade de modificar a realidade de hoje.

Perdas são necessárias para o crescimento, tenho isso muito presente na minha vida desde os 13 anos...
mas, quem quer sofrer? Seria ótimo nós aprendermos a lição sem precisarmos passar por tanta coisa, tanta frustração...mas, acredito que se asim o fosse, o gosto da vitória seria insosso.

Então é isso vamos vivendo, errando, acertando, caminhando, amando...
porque Deus sempre estará lá nos ajudando a não cair tanto por aí.
E quem sabe Ele não nos dá uma nova oportunidade? Quem sabe?


Ah, e o acaso?...deixa ele lá, no lugar aonde a "sorte" e o "medo de passar embaixo da escada" se encontram (no mundo das superstições).





P.S.: Aishiteru. 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Eles passarão. Eu passarinho!

Abro o post de hoje com esse "poeminha" do Quintana =D

POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!


Sabe, há algum tempo atrás eu ficava divagando sobre como seria o hoje. Sobre quem eu seria. O que faria. Como agiria. E hoje eu vejo que sou mais, muitos mais, do que pensei ser um dia. E acho que estou feliz por isso.
Há momentos na vida (a grande maiorira deles, aliás) em que ser do contra, ir contra a maré, é a melhor escolha que você poderia fazer.
As pessoas não são sempre elas mesmas quando estão no meio de outras pessoas. Quer conhecer um pouco uma pessoa? Converse com ela a sós. Reserve um pouco de seu tempo e escute-a. A maioria das pessoas não escutam, não teem tempo pra isso, estão muito ocupadas com seus próprios "problemas" e pensamentos, mas o interessante desse exercício de prestar atenção no outro é o de que você, por vezes, esquece das suas próprias crises. Isso não é ótimo?
Há algum tempo eu ficava perdendo tempo pensando e ensaiando sobre quem eu gostaria de ser. Mas o engraçado é que eu quero mais, sempre quero mais, tenho uma sede de conquistas utópicas que me motivam a continuar O Caminho...
O Caminho, faz-me lembrar de felicidade, amarelo canário, comecinho de semana, emoções e o filme Nosso Lar =D

O filme já começa mostrando o protagonista no umbral (o inferno para alguns), em cenas, que particularmente me tocaram bastante, aparece o amadurecimento de um espírito que estava desencontrado de si mesmo. Filme interessante, e com efeitos incríveis (pra um filme brasileiro, me surpreendeu) que retrata sempre a evolução dos seres humanos. Nada se estagna, tudo evolui, cresce, se transforma, melhora. Se não fosse isso, qual seria o sentido de aqui estarmos?
Questões e mais questões...mas uma das graças de sermos seres humanos é essa, a arte de pensar e de questionar.
"O importante não são as respostas, mas as perguntas", já dizia um professor meu de filosofia do ensino médio. Nunca esqueci essa frase desde então (e provavelmente em outro post eu já citei-a).

Ah, no começo, assim que me falaram sobre o Nosso Lar, mesmo antes de rodarem o filme, eu achava tudo tão absurdo, tão futurista...mas, hoje eu posso dizer que não creio que seja assim...eu sinto que é assim...

Sempre passa:
fases,
momentos,
dúvidas,
alegrias,
dramas,
mortes,
passam.
E voltam e vão de novo.

23/09/10
Mayra Lima

P.S: post dedicado à Loo

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sinais...

Sabe, nessa semana aconteceram muitas coisas significativas. Visitas, sorrisos, prenúncios, orações, lágrimas, abraços, conselhos, confusões, quedas, confiança, desconhecidos, amigos, enfim, uma série de fatos que ainda me fazem pensar...e pensar...
Em grande parte das vezes devo perder meu tempo em devaneios que dificilmente levam-me a algum lugar. Quero dizer, só devaneiar, refletir, pensar, sem ação, não é muito relevante. Temos que tomar a frente de nossas vidas no mundo real. (esse conselho eu me dou, constantemente.)
Rs, lá vai eu com essa história de realidade de novo, mas é que eu estou nessa fase de transição entre as coisas daqui e as do mundo das idéias (até que ando tentando manter o equilíbrio desde o último post, será que vou continuar assim tão decidida?).

Enfim, voltando a falar sobre essa semana, pessoas me disseram palavras, palavras importantes, palavras sobre algo maior, palavras que me marcaram. Essas palavras vieram acompanhadas de gestos, bons gestos, gestos que me fazem acreditar na bondade, na divindade dos seres, na perfeição que é a vida. Mas, oscilo, entre o que realmente sou e penso e quero, e entre o que eu deveria ser e pensar e querer.
Cada dia dessa semana, até agora, foi especial. Na verdade todos os dias são especiais (eu tento colocar isso na minha cabeça), mas tem aqueles dias em que a LEI DE MURPHY é tão presente que me fazem desacreditar no fato de que todos os dias são especiais. Porém, mesmo que o dia não esteja tão bom assim, dias por exemplo em que você perde as coisas e acaba se perdendo um pouco, será que esses dias não são especiais ao seu singelo modo também?
Eu quero acreditar nisso, eu tenho que acredito nisso, eu sinto isso...bem aqui...de alguma forma. Mesmo quando eu choro, ou grito, ou me arrependo, tudo tem uma razão de ser, e infelizmente só tempos depois é que dou conta disso.

Sabe, quando eu vejo a espontaneidade nos olhos das pessoas, sorrisos e abraços sinceros, crianças brincando, gentileza de gestos (nossa, isso rimou xP), enfim, quando eu vejo a presença de algo maior (Deus, Alá, Ser Supremo, causa primeira de todas as coisas, Big Bang...chame do que quiser), eu me sinto preenchida por uma energia vibrante, que vem de relance e me inunda por inteiro. Nesse momento eu me sinto em sintonia, e feliz por estar aqui, de ter essa oportunidade de retornar novamente, de fazer algo melhor por mim e pelos outros (por nós), de apaziguar a alma das pessoas que numa época distante me fizeram chorar e as que fiz chorar também.

Cada dia trás consigo experiências únicas. Um simples passo, uma palavra, um papel que você deixou cair no chão, podem fazer total diferença em todo o seu dia (é como aquela história da teoria do caos: um simples bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão no outro lado do mundo)...


Essa semana foi especial pra mim. Uma pessoa muito especial, de uma hora para outra, me disse que havia algo grande reservado para mim, uma missão...e por algum motivo eu senti essas palavras me inundarem por completo.
Na verdade todos nós temos lindas missões aqui, mas cabe a nós saber enxergar (e não apenas ver) os sinais...

[...]porquanto, muitos há chamados, mas poucos escolhidos.

Ai, eu ainda tenho tanto pra dizer...
mas, fico por aqui, até a próxima inspiração.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Algo sobre a morte...

Então, este assunto é tratado por grande parte das pessoas como sendo "funesto" ou "obscuro"...

Desde há algum tempo venho formulado conceitos sobre esse tema tão “desconhecido”.
Para mim, como para muitos, a morte é como uma viagem, no qual o preço que você tem a pagar para embarcar nela é a sua própria vida...
Dependendo de quanto valha essa vida (estou falando dos valores espirituais que você conquistou, ao longo do seu tempo aqui na Terra), você poderá embarcar de primeira classe ou então terá que se contentar com a classe econômica, nesse voo, que para a maioria das pessoas torna-se assustador.
Enfim, não importa como ou quando você irá viajar, o que importa (e o que nos une, de alguma maneira) é o fato de que desde que nascemos começamos a fazer as malas para essa viagem.
Para uns o lugar de destino é desconhecido, para outros os locais de aterrissagem podem ser apenas dois: o céu ou o inferno, ou ainda antes de aterissarem pegam escala para o purgatório aonde aos almas esperarão até o dia do juízo final, quando o Messias descerá à Terra e condenará os maus, levando com ele os bonzinhos, para o reino dos céus. Ah, e nessa breve (mas, nem tãão breve) escala, mesmo se você for um filho da mãe, que mate, pratique pedofilia, roube ou minta adoidado, se você pedir com muita fé para ser perdoado alguém lá em cima ouvirá suas preces e você também poderá ir para o céu.

Bem, analogias à parte, eu não espero mesmo que vocês acreditem nessa historinha relativamente bem elaborada.
Sabe, algo me diz que todos nós fazemos parte de algo tão maior, tão mais bonito e importante, que nem a ociosidade do céu, e nem o fogo eterno do inferno apagarão isso. E algo me diz que você também sabe disso.

Meu querido, a morte nada mais é do que uma mudança necessária. A lagarta também morre nessa vida para transformar-se numa borboleta (:

Talvez seja por isso que dizem que quando alguém morre aparece uma borboleta...



P.S.: Esse post é em homenagem a um amigo, que é bem mais do que uma estatística e que tira um pouco de sarro da morte, às vezes.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Às SENSAÇÕES.

O que seria do mundo...
sem guerras, sem fome, sem notícias? Resumindo: sem novidades que alimentassem o jornal.
Mas, é claro que esse é o sonho de pessoas utópicas...como eu.

Você já pensou, porém, se no planeta em que vivemos e que denominamos Terra (inclusive adoramos rotular coisas), não houvesse dor, sofrimento, provas e expiações? Como aprenderíamos a moral da história?
Como poderíamos nos transformar, nascer e morrer todos os dias se não fossem as lágrimas que derramamos, o suor de um dia exaustivo, o tropeço na pedra da calçada, os desentendimentos? (tudo isso sem muitos exageros).


Como aprenderíamos o que é bom se o mau não existisse? O que seria da luz, sem a escuridão? Qual seria o sentido da luz se não fosse o de iluminar a escuridão? Sem a escuridão, saberíamos dar o devido valor à luz?

É assim: Você vem pra esse mundo, tenta conviver com as outras pessoas, se ajusta ao meio cultural em que vive (ou então se rebela contra o sistema), faz amigos, estuda, trabalha, namora, casa, tem filhos (não necessariamente nessa ordem), definha e morre.

Nesse relativo espaço de tempo entre (re)nascer e morrer (a morte realmente existe??...mas, essa questão já é assunto pra outro post), o que realmente importa?

Esse mundo está em transição entre a Era de Peixes e Aquário. O espiritualismo (sem imposição de religião necessariamente) está sendo procurado pelas pessoas. Transformações nítidas ocorrem seja no planeta em si, seja nos seres que a constituem.
Todo ser humano tem uma missão a cumprir, um porquê de se encontrar aqui. E são as quedas que movem esse percurso. Às vezes o caos é necessário para que o equilíbrio seja atingido, porém o ser humano, desde há muito tempo, tem abusado de seu próprio poder.

O que seria da vida e deste mundo sem obstáculos, sem o desconhecido, sem surpresas?

A vida seria ociosa e monótona, sem muito pra fazer...
E o planeta Terra seria outro mundo...um mundo que já existe...o mundo espiritual.

EU QUERO QUE SENSAÇÕES BOAS E RUINS ME INVADAM, QUERO SENTIR-ME VIVA, ERRAR E CAIR DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL, ERGUENDO-ME PRONTAMENTE. (Ensine-me Yeshua à errar da melhor maneira possível).
Que assim seja!
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