quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Eles passarão. Eu passarinho!

Abro o post de hoje com esse "poeminha" do Quintana =D

POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!


Sabe, há algum tempo atrás eu ficava divagando sobre como seria o hoje. Sobre quem eu seria. O que faria. Como agiria. E hoje eu vejo que sou mais, muitos mais, do que pensei ser um dia. E acho que estou feliz por isso.
Há momentos na vida (a grande maiorira deles, aliás) em que ser do contra, ir contra a maré, é a melhor escolha que você poderia fazer.
As pessoas não são sempre elas mesmas quando estão no meio de outras pessoas. Quer conhecer um pouco uma pessoa? Converse com ela a sós. Reserve um pouco de seu tempo e escute-a. A maioria das pessoas não escutam, não teem tempo pra isso, estão muito ocupadas com seus próprios "problemas" e pensamentos, mas o interessante desse exercício de prestar atenção no outro é o de que você, por vezes, esquece das suas próprias crises. Isso não é ótimo?
Há algum tempo eu ficava perdendo tempo pensando e ensaiando sobre quem eu gostaria de ser. Mas o engraçado é que eu quero mais, sempre quero mais, tenho uma sede de conquistas utópicas que me motivam a continuar O Caminho...
O Caminho, faz-me lembrar de felicidade, amarelo canário, comecinho de semana, emoções e o filme Nosso Lar =D

O filme já começa mostrando o protagonista no umbral (o inferno para alguns), em cenas, que particularmente me tocaram bastante, aparece o amadurecimento de um espírito que estava desencontrado de si mesmo. Filme interessante, e com efeitos incríveis (pra um filme brasileiro, me surpreendeu) que retrata sempre a evolução dos seres humanos. Nada se estagna, tudo evolui, cresce, se transforma, melhora. Se não fosse isso, qual seria o sentido de aqui estarmos?
Questões e mais questões...mas uma das graças de sermos seres humanos é essa, a arte de pensar e de questionar.
"O importante não são as respostas, mas as perguntas", já dizia um professor meu de filosofia do ensino médio. Nunca esqueci essa frase desde então (e provavelmente em outro post eu já citei-a).

Ah, no começo, assim que me falaram sobre o Nosso Lar, mesmo antes de rodarem o filme, eu achava tudo tão absurdo, tão futurista...mas, hoje eu posso dizer que não creio que seja assim...eu sinto que é assim...

Sempre passa:
fases,
momentos,
dúvidas,
alegrias,
dramas,
mortes,
passam.
E voltam e vão de novo.

23/09/10
Mayra Lima

P.S: post dedicado à Loo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

...

Sabe quando você às vezes se sente como um grão perdido?
Mas aí de repente você descobre que existem outros grãos como você (:

Sou daquelas pessoas

Sou daquelas pessoas que reparam em arco-íris
Que fazem pedidos à estrelas cadentes
Que se emocionam com filmes.

Sou daquelas pessoas que cumprimentam o cobrador do ônibus
Que falam o que sentem
Que gostam de conversar com gente desconhecida.

Sou daquelas pessoas que ficam vermelhas quando se sentem acanhadas
Que choram de raiva
Que riem aparentemente do nada.

Sou daquelas pessoas que brincam no meio-fio
Que adoram ir na venda comprar besteiras
Que tentam dar bons conselhos a si mesmas.

Sou daquelas pessoas que cantarolam na frente dos outros
Que imaginam diversas explicações
Que sonham acordadas.

Sou daquelas pessoas que não esquecem dos detalhes
Que ficam vendo formas nas coisas
Que não entendem o comum.

Sou daquelas pessoas que se distraem com a brisa
Que vão pra praia só pra molhar os pés
Que gostam de ficar num canto escrevendo.

Sou daquelas pessoas que filosofam de repente
Que fazem cara feia quando não gostam
Que se arrependem.

Sou daquelas pessoas que tentam corrigir os erros
Que gostam de coisas vintages
Que ainda têm um pouco de medo do escuro.

Sou daquelas pessoas que se importam com outras pessoas
Que têm preguiça de se espreguiçar
Que tropeçam duas ou mais vezes seguidas.

Sou daquelas pessoas muito curiosas
Que sabem ler nas entrelinhas
Que dizem sem nem ao menos dizer.

Sou daquelas pessoas que pedem desculpas
Que fogem do tédio
Que estalam os dedos quando ansiosas.

Sou daquelas pessoas que mudam de lugar
Que pegam um caminho diferente
Que lêm o mesmo parágrafo até entender.

Sou daquelas pessoas que cheiram à velhice
Que às vezes vai contra a maré
Que sorri apertando os olhos.

Sou daquelas pessoas que saem sem olhar pra trás
Que esquecem de palavras
Que pessoalmente não sabem muito bem se expressar.

Sou daquelas pessoas que constantemente se questionam
Que tentam fazer os momentos interessantes
Que acreditam na humanidade.

Sou daquelas pessoas que confiam
Que geralmente se precipitam
Que são eternas contradições...

Sou como aquelas
pessoas.

Sou aquela.
Pessoa
sou.

14/09/10
Mayra Lima
















P.S.: tudo começou hoje de manhã com um arco-íris.

*poesia dedicada à grãos como:
Hanna, Mayara e Tony.

^-^

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Nudez

Desnudo-me do comum
Atiro pra longe as cobertas adornadas de hipocrisia,
que tanto já me esquentaram.
Saio só com o corpo apenas vestido de história
A minha história
Que vai sendo tecida com linhas invisíveis
Linhas banhadas de lágrimas e culpas
bem como de conquistas quiméricas.

Desnudo-me também da dita coerência
Tão incoerente nos tempos de hoje.
Sim, desnudo-me por completa
Sem receio ou vergonha
pois que isso já me deixara coberta demais por muito tempo.

Sou uma gente grande que pensa e sente como gente pequena
Sou desprovida de nexo
Sou a antítese da minha tese.

Por isso vou caminhando
com coragem e a alma nua.

07/09/10
Mayra Lima
























Desenho feito por Loo

P.S.: dedico esta poesia aos blogs que li hoje, e me inspiraram:

http://desprovidasdenexo.blogspot.com/
http://raissakarla.blogspot.com/
http://considerassoens.blogspot.com/

(:

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"Às vezes eu tropeço
E caio e me levanto...

É, quem sabe numa dessas quedas
um dia eu caia em mim."


Mayra Lima



quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sinais...

Sabe, nessa semana aconteceram muitas coisas significativas. Visitas, sorrisos, prenúncios, orações, lágrimas, abraços, conselhos, confusões, quedas, confiança, desconhecidos, amigos, enfim, uma série de fatos que ainda me fazem pensar...e pensar...
Em grande parte das vezes devo perder meu tempo em devaneios que dificilmente levam-me a algum lugar. Quero dizer, só devaneiar, refletir, pensar, sem ação, não é muito relevante. Temos que tomar a frente de nossas vidas no mundo real. (esse conselho eu me dou, constantemente.)
Rs, lá vai eu com essa história de realidade de novo, mas é que eu estou nessa fase de transição entre as coisas daqui e as do mundo das idéias (até que ando tentando manter o equilíbrio desde o último post, será que vou continuar assim tão decidida?).

Enfim, voltando a falar sobre essa semana, pessoas me disseram palavras, palavras importantes, palavras sobre algo maior, palavras que me marcaram. Essas palavras vieram acompanhadas de gestos, bons gestos, gestos que me fazem acreditar na bondade, na divindade dos seres, na perfeição que é a vida. Mas, oscilo, entre o que realmente sou e penso e quero, e entre o que eu deveria ser e pensar e querer.
Cada dia dessa semana, até agora, foi especial. Na verdade todos os dias são especiais (eu tento colocar isso na minha cabeça), mas tem aqueles dias em que a LEI DE MURPHY é tão presente que me fazem desacreditar no fato de que todos os dias são especiais. Porém, mesmo que o dia não esteja tão bom assim, dias por exemplo em que você perde as coisas e acaba se perdendo um pouco, será que esses dias não são especiais ao seu singelo modo também?
Eu quero acreditar nisso, eu tenho que acredito nisso, eu sinto isso...bem aqui...de alguma forma. Mesmo quando eu choro, ou grito, ou me arrependo, tudo tem uma razão de ser, e infelizmente só tempos depois é que dou conta disso.

Sabe, quando eu vejo a espontaneidade nos olhos das pessoas, sorrisos e abraços sinceros, crianças brincando, gentileza de gestos (nossa, isso rimou xP), enfim, quando eu vejo a presença de algo maior (Deus, Alá, Ser Supremo, causa primeira de todas as coisas, Big Bang...chame do que quiser), eu me sinto preenchida por uma energia vibrante, que vem de relance e me inunda por inteiro. Nesse momento eu me sinto em sintonia, e feliz por estar aqui, de ter essa oportunidade de retornar novamente, de fazer algo melhor por mim e pelos outros (por nós), de apaziguar a alma das pessoas que numa época distante me fizeram chorar e as que fiz chorar também.

Cada dia trás consigo experiências únicas. Um simples passo, uma palavra, um papel que você deixou cair no chão, podem fazer total diferença em todo o seu dia (é como aquela história da teoria do caos: um simples bater das asas de uma borboleta pode causar um tufão no outro lado do mundo)...


Essa semana foi especial pra mim. Uma pessoa muito especial, de uma hora para outra, me disse que havia algo grande reservado para mim, uma missão...e por algum motivo eu senti essas palavras me inundarem por completo.
Na verdade todos nós temos lindas missões aqui, mas cabe a nós saber enxergar (e não apenas ver) os sinais...

[...]porquanto, muitos há chamados, mas poucos escolhidos.

Ai, eu ainda tenho tanto pra dizer...
mas, fico por aqui, até a próxima inspiração.

domingo, 22 de agosto de 2010

Fantasia x Realidade

Tudo está delimitado entre uma linha tênue.
De um lado, aonde todos os solilóquios e ilusões fazem morada, faço de algumas poucas horas momentos mais interessantes do que realmente são.
Invento personagens e falas bem dirigidas. Acho que no fundo pra mim as parábolas e metáforas sempre me instigaram mais. Mais do que eu posso ver com a minha percepção humana, tento ir além...muito além...
Tento deduzir, e até mesmo coloco pré-impressões em todas as imagens mentais que faço de qualquer realidade em que vivo.
Sim, meus pensamentos funcionam mais como imagens mentais, como num filme, só que mais espontâneo e incrivelmente mais surpreendente, sou a roteirista da minha vida, tento fazer dela sempre uma incrível história de ficção, que nem sempre, por conta de alguns erros de gravação, possuem finais tão felizes assim...

Tudo tem começo, meio e fim?
Bem, acho que "o tudo, o sempre e o nada" são palavras demasiadamente fortes e nem sempre tão sinceras assim...muito arbitrárias, não gosto muito de usá-las (peço-lhes perdão queridas palavras xD).

- Que tal uma xícara de um pouco de espontaneidade? Com cubinhos de "nada muito óbvio" é claro! - pergunto-me quando me é possível conversar comigo mesma (e quando me dou o mínimo de atenção).

Tantas e tantas são as vezes que: volto, paro, tento mudar, mudo, lapido, transformo...mas, infelizmente na vida dita como "real" é raro termos tantas oportunidades.
Por isso, arrependimentos e culpas devem ser deixados num fundo de um baú velho e mau cheiroso e colocados bem no canto, embaixo da cama. E se o baú tiver fechadura, se possível, renegar a chave a algum lugar que você nunca se lembrará de procurar. Uma gaveta velha de cacarecos e tralhas, talvez...ou ainda um outro lugar menos empolgante.

Não compreendo como posso ter tantos pensamentos desordenados de uma só vez, ter vontade de fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, e acabar não fazendo nenhuma tão bem. (risos).

E como posso mudar tanto de assunto também? Sei lá, acho que a roteirista anda meio que com preguiça de escrever um bom roteiro pra os dias que estão vindo, inclusive os próximos minutos do dia de hoje...
...acho que a roteirista descobriu que chegou a hora de se aposentar, e tentar nova profissão...quem sabe para-quedista? xP

A vida pode ser como um filme...e na verdade ela é mesmo como um filme...com personagens, relacionamentos, suspenses, dramas, risos e momentos de pura ação, ou de puro tédio. Só que os roteiros nem sempre saem como o planejado, porque a cada momento mudamos um pouquinho ;D

É, eu mudei um pouco desde o começo desse post...

Bem, sem mais enrolação, prepararei meu para-quedas imaginário, despedir-me-ei dos roteiros milimetricamente escritos e tentarei me jogar numa grande e surpreendente aventura que se chama VIVER (tentarei, pois que disso depende a coragem)...
até lá ;D



P.S.: se você não entendeu muito do que leu agora...tudo bem...eu também não entendo muito!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

STOP motion.

Eu havia inventado na minha mente
Cada pequeno detalhe,
Planejado cenas, emoções, momentos, falas
E arquitetado sorrisos.


Mas num súbito momento percebo
Que a vida não é como uma filmagem em STOP motion.

02/08/10
Mayra Lima

segunda-feira, 26 de julho de 2010

[País dos Espelhos]

São tantos e tantos porquês e perguntas, que as vezes até esqueço o que eu queria saber no princípio...
Porém, às vezes perder-se é necessário. Porque geralmente durante a procura você percebe o que realmente importa (e eu sempre bato nesta tecla): família, amigos, simplicidade, espontaneidade, brisa e paz (não necessariamente nesse ordem).

Não tenho tudo o que quero no momento (e quem tem?...mas, acho que no fundo essa é uma das graças de se viver...ter tudo o que se quer faria com que não procurassemos algo melhor, quem sabe isso não nos farias extáticos e consequentemente chatos), em contraposição há uma constante mudança de meus "quereres".
Como diria, a Lagarta à Alice (in Wonderland): quem és tu?...

E eu respondo, meio que insegura:
Bem, talvez eu não lhe saberia dizer exatamente quem sou. Ou antes, eu não gostaria de dizer-te abertamente. Talvez quem sabe por metáforas? Enfim, Sr. Lagarta, sou tantas em uma que geralmente me pego olhando-me no espelho e vendo uma desconhecida a também olhar para mim. Há muitas coisas em comum, entre mim e ela, mas não sei, há algo que me é desconhecido, e quando me apercebo estou tocando em meus olhos, bem como em todo o restante da minha face, e para a minha surpresa ela imita o gesto na mesma velocidade que minhas mãos...
Ficamos assim durante algum tempo, tentando reconhecer-mos uma à outra.
Será que eu mudei tanto desde hoje de manhã, como a minha amiga Alice disse ao Sr. certa vez quando esteve por aqui?
Talvez...mas, talvez eu apenas seja aquela mesma de antes, que pensa que a mudança liberta, suaviza, revigora, e que por isso mesmo diz que muda constantemente, mesmo isso não sendo a total verdade, já que alguma centelha de essência continua mesmo durante as mais drásticas mudanças.

Não, Sr. Lagarta, isso não é um devaneio, ou um sonho qualquer.
Aquela menina que avisto no espelho, quando eu me desconheço, várias vezes me disse:

- És mais do que estes olhos que te veem, ou esta boca que vos fala. És mais, bem mais do que este amontoado de carne, veias, sangue, músculos, orgãos...és mais, bem mais do que pensas que pensarias que és. Na verdade aí vai mais um segredo: todos são mais do que pensam do que pensariam que são. Mas, essa idéia é por demasiado inconcebível para a maioria das pessoas.

Agora penso...não terá sido esse monólogo comigo mesma um sonho?
Mas, na realidade não seria tudo um sonho dentro de outro sonho?

Diálogos e monólogos "nonsenses" a parte, eu sei de pouquíssimas certezas nesta vida (grifo bem o nesta vida por ser esta apenas uma de tantas e várias que tive e que ainda terei), se é que eu realmente sei de alguma coisa ^^"

Contudo, tudo o que eu sei, ou o que eu acho que sei do que eu saberia, está contido aqui nas entrelinhas desses textos.

Livro recomendado: Alice no País dos Espelhos.
Filme recomendado: A menina no País das Maravilhas.

P.S.: Monólogos no País dos Espelhos não terminam por aqui ;D

domingo, 11 de julho de 2010

No dia de hoje...

No dia de hoje...
Eu só quero paz

E viver cada pequeno pedaço de cada pequeno momento

como se precisasse recuperar algo perdido há tempos atrás.



No dia de hoje...

Quero lembrar-me das lágrimas, dos pedidos, das orações

E ter a certeza de que tudo foi real

De que realmente a mudança chegou aqui .


No dia de hoje...
Espero que o arco-íris que se formou no horizonte essa manhã
surja sempre durante um difícil dia.



No dia de hoje... 
Com esses votos e promessas feitas a mim mesma
Tentarei ir me levando conforme o fluxo natural das coisas...





Porque o importante na verdade é e sempre será: o dia de hoje.


11/07/10
Mayra Lima


Foto por Mayra Lima tb ;D

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Algo sobre a morte...

Então, este assunto é tratado por grande parte das pessoas como sendo "funesto" ou "obscuro"...

Desde há algum tempo venho formulado conceitos sobre esse tema tão “desconhecido”.
Para mim, como para muitos, a morte é como uma viagem, no qual o preço que você tem a pagar para embarcar nela é a sua própria vida...
Dependendo de quanto valha essa vida (estou falando dos valores espirituais que você conquistou, ao longo do seu tempo aqui na Terra), você poderá embarcar de primeira classe ou então terá que se contentar com a classe econômica, nesse voo, que para a maioria das pessoas torna-se assustador.
Enfim, não importa como ou quando você irá viajar, o que importa (e o que nos une, de alguma maneira) é o fato de que desde que nascemos começamos a fazer as malas para essa viagem.
Para uns o lugar de destino é desconhecido, para outros os locais de aterrissagem podem ser apenas dois: o céu ou o inferno, ou ainda antes de aterissarem pegam escala para o purgatório aonde aos almas esperarão até o dia do juízo final, quando o Messias descerá à Terra e condenará os maus, levando com ele os bonzinhos, para o reino dos céus. Ah, e nessa breve (mas, nem tãão breve) escala, mesmo se você for um filho da mãe, que mate, pratique pedofilia, roube ou minta adoidado, se você pedir com muita fé para ser perdoado alguém lá em cima ouvirá suas preces e você também poderá ir para o céu.

Bem, analogias à parte, eu não espero mesmo que vocês acreditem nessa historinha relativamente bem elaborada.
Sabe, algo me diz que todos nós fazemos parte de algo tão maior, tão mais bonito e importante, que nem a ociosidade do céu, e nem o fogo eterno do inferno apagarão isso. E algo me diz que você também sabe disso.

Meu querido, a morte nada mais é do que uma mudança necessária. A lagarta também morre nessa vida para transformar-se numa borboleta (:

Talvez seja por isso que dizem que quando alguém morre aparece uma borboleta...



P.S.: Esse post é em homenagem a um amigo, que é bem mais do que uma estatística e que tira um pouco de sarro da morte, às vezes.
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